“Nerso Noel” e Bahamas reafirmam a magia do Natal em creche do bairro Linhares em Juiz de Fora/MG
Todos os anos, a magia do Natal contagia as famílias brasileiras trazendo amor, paz e prosperidade para os lares. Com o objetivo de contribuir com a fantasia das crianças levando alegria e emoção aos moradores do bairro Linhares de Juiz de Fora/MG, o artista Pedro Bismarck levou o “Nerso Noel” para visitar a creche comunitária do bairro.
Esta foi uma promoção dos supermercados Bahamas, que há 12 anos tem o Nerso da Capitinga como seu garoto propaganda e há 26 anos é uma empresa cidadã e solidária, que cumpre com seu papel social realizando diversos eventos que beneficiam a população de Juiz de Fora e das cidades da Zona da Mata Mineira.
A tarde passou com rapidez e cerca de 90 crianças receberam a visita do Papai Noel. Todas elas receberam presentes e brincaram com o bom velhinho humorista. A emoção do encontro foi observada não somente pelos beijos recebidos pelo Papai Noel, mas também no medo da pequena Eduarda de três anos que aos poucos se aproximou do bom velhinho e do Gabriel de seis, que fez questão de ajudar a distribuir as balas.
Para o artista, o carinho recebido pelas crianças não tem preço. “O valor do Natal não está nas particularidades comerciais que o mundo oferece. Quando recebemos um sorriso, percebemos a ingenuidade, a inocência e a pureza de crianças como estas, chegamos à conclusão de que o sentido natalino ultrapassa qualquer barreira concreta. Esta é a verdadeira renovação e o nascimento de que todos sempre falam”, explicou.
Considerando o mundo próprio em que a criança vive, que é predominantemente de fantasias, a coordenadora da creche, Luciana Helena Sales de Oliveira, explicou a importância de um encontro como esses. “Seja através de histórias, contos infantis ou em um encontro com o Papai Noel é preciso alimentar o mundo da criança. Todo resgate da fantasia é importante, porque a criança está o tempo todo, ligada ao mundo do adulto. Um momento como esse é muito rico, porque dá a essas crianças esperança, que leva ao acolhimento da família. Essas crianças precisam ser incentivadas o tempo todo por atos de amor, compaixão e fraternidade, assim, elas vão se tornar adultos também acolhedores e com esperança, porque a gente só oferece o que um dia a gente recebeu”, explicou.
O valor do encontro também foi observado na reação dos pequenos. Para Júlio, de 3 anos, o velhinho já é um amigo visitante. “Eu gosto do Papai Noel porque ele é muito legal, me deu um boneco maneiro e um relógio e todo ano ele vem me ver e me dar presente”, justificou. Já para Arthur, de 3 anos, o presente ultrapassa a novidade do Natal. “Eu adorei a bola que eu ganhei, agora meu pai vai brincar no campo de bola comigo. Eu estou muito feliz com o Papai Noel”, concluiu.